sábado, 22 de agosto de 2009

É bem isso...


"No entanto para dizer a verdade, hoje em dia razão e o amor quase não andam mais juntos."

quarta-feira, 29 de julho de 2009

eh isso!

Deixa partir, O que não te pertence mais
Deixa seguir o que não poderá voltar,
Deixa morrer o que a vida já despediu

Abra a porta do quarto e a janela
Que o possível da vida te espera
Vem depressa que a vida precisa continuar
O que foi já não serve é passado
E o futuro ainda está do outro lado
E o presente é o presente que o tempo quer te entregar
Fala pra mim, Se achares que posso ouvir
Chora ao teu Deus se não podes compreender
Rasga este véu do calvário que te envolveu
Tão sublime segredo se esconde
Nesta dor que escurece o horizonte
Que por hora impedem os teus olhos de contemplarem

O eterno presente do tempo, O ausente o presente em segredo
Na sagrada saudade que deixa continuar
Deixa morrer o que a morte já sepultou
Deixa viver o que dela ressuscitou
Não queiras ter o que ainda não pode ser
É possível crescer nesta hora
Mesmo quando o que amamos foi embora

A saudade eterniza a presença de quem se foi
Com o tempo esta dor se aquieta
Se transforma em silencio que espera
Pelos braços da vida um dia reencontrar.

[Perda necessárias - Pe. Fabio]

Ah tava ouvindo essa musik hj...e sei lah...me fez pensar em tantas coisas..

quarta-feira, 15 de julho de 2009

...

Da mesma forma q um dia vc escreveu pra mim...
"Dói saber q vc axa isso de mim"...
Confio em vc SIM!

segunda-feira, 13 de julho de 2009

eh isso!

Bom estive pensando...qnd num eh uma coisa eh outra..
Agente "costura" um lado..."rasga" o outro..rs...chega a ser engraçado..
Mas cheguei a conclusão q td isso acontece, pq o "pano" eh velho, as linhas estão arrebentadas...
Axo q vdd, nada se pode ser consertado...mas construido de novo...
Fiz essa experiencia em uma situação q tava realmente machucando meo s2, e deu certo...

sábado, 4 de julho de 2009

Meu irmão, companheiro, amigo, pai!


"Percebe e entende que os melhores amigos...São aqueles que estão em casa, esperando por ti...
Acredita nos momentos mais difíceis da vida...Eles sempre estarão por perto pois só sabem te amar
E se por acaso a dor chegar, ao teu lado vão estar...Pra te acolher e te amparar...!"

Me entende, me compreende, cuida de mim!

quinta-feira, 25 de junho de 2009

...

Amor que não tem defeitos, não é amor!
Estar presente na vida do outro é mto mais do que estar do ld, é realmente estar presente
[Pe. Fabio]

domingo, 21 de junho de 2009

O peso que a gente leva..

Olho ao meu redor e descubro q as coisas q qro levar ñ podem ser levadas.
Excedem aos tamanhos permitidos. Já imaginou chegar ao aeroporto carregando o colchão p/ser despachado?
As perguntas são mtas..E se eu tiver vontade de ouvir akela música? E o filme q costumo ver de vez em qndo, como se fosse a primeira vez?
Desisto. Jogo o q posso no espaço delimitado p/ minha partida e vou. Vez em qndo me recordo de alguma coisa esquecida, ou então, inevitavelmente concluo q mais da metade do que levei ñ me serviu pra nada.
É nessa hora que descubro que partir é experiência inevitável de sofrer ausências.
E nisso mora o encanto da viagem. Viajar é descobrir o mundo q ñ temos.
É o tempo de sofrer a ausência q nos ajuda a mensurar o valor do mundo q nos pertence.
E então descobrimos o motivo q levou o poeta cantar: “Bom é partir. Bom mesmo é poder voltar!” Ele tinha razão. A partida nos abre os olhos para o q deixamos. A distância nos permite mensurar os espaços deixados. Por isso, partidas e chegadas são instrumentos q nos indicam qm somos, o q amamos e o que é essencial para que a gente continue sendo.
Ao ver o mundo q ñ é meu, eu me reencontro com desejo de amar ainda mais o meu território.
É conseqüência natural que faz o coração querer voltar ao ponto inicial, ao lugar onde tudo começou.
É como se a voz identificasse a raiz do grito, o elemento primeiro.
Vida e viagens seguem as mesmas regras. Os excessos nos pesam e nos retiram a vontade de viver. Por isso é tão necessário partir. Sair na direção das realidades que nos ausentam. Lugares e pessoas que não pertencem ao contexto de nossas lamúrias... Hospitais, asilos, internatos...
Ver o sofrimento de perto, tocar na ferida que não dói na nossa carne, mas que de alguma maneira pode nos humanizar.
Andar na direção do outro é também fazer uma viagem. Mas não leve muita coisa. Não tenha medo das ausências que sentirá. Ao adentrar o território alheio, quem sabe assim os seus olhos se abram para enxergar de um jeito novo o território que é seu. Não leve os seus pesos. Eles não lhe permitirão encontrar o outro. Viaje leve, leve, bem leve. Mas se leve.

[Padre Fabio]